Antônio Nival toma posse como presidente do IHG Poxoréu

Em sessão solene realizada no dia 02 de abril, na Chácara do Senhor Antônio Bonfim, Antônio Nival Souza Campos tomou posse como Presidente do Instituto Histórico e Geográfico de Poxoréu para o triênio 2022/2025, além de empossar a nova diretoria, pelo mesmo período, composta por Agnaldo Francisco da Luz – Vice-Presidente, José Francisco Hidekazu Nakano de Souza – Diretor Executivo, Paulo César Barreto – Diretor Financeiro e Leda Figueiredo Rocha do Lago – Oradora.

A solenidade contou com a presença da maioria dos membros do IHG, bem como do prefeito Nelson Paim, Presidente do Honra do IHG, do vereador Edson Tur, representando a Presidência da Câmara Municipal, além de familiares e convidados.

Na fala de transmissão de cargo, o ex-presidente Prof. Gaudêncio Amorim, agradeceu a todos os membros do IHG Poxoréu pelo apoio recebido durante ao seu mandato, destacou as realizações alcançadas e se colocou como soldado nas novas empreitadas no instituto.

O Presidente de Honra, Prefeito Nelson Paim, também parabenizou a diretoria que encerrou o mandato e desejou boas vindas ao Presidente Antônio Nival e sua diretoria. “Me coloco a disposição e também coloco a disposição todos os secretários para apoiar as iniciativas do IHG Poxoréu, naquilo que for possível, porque entendo que o instituto é o órgão que vai manter viva a nossa história” – finalizou o prefeito.

Antônio Nival, em sua fala, agradeceu o convite e a confiança de todos do IHG Poxoréu, disse que acredita na unidade e por isso escolheu o nome da chapa de Unicidade, pois será dessa forma que administrará o instituto em união com os demais membros da diretoria e demais confrades e confreiras. “Temos muitos desafios pela frente, mas, com a união, temos forças para superar a tudo” – destacou o presidente.

Livro: O Vale do Córrego da Mata

O tempo passa muito depressa. E ele vai dilapidando as nossas lembranças e as nossas memórias mais queridas. Não adianta a gente dizer que não vai esquecer, porque vai. É bem curioso o fato de que a gente tem mais facilidade para recordar das coisas mais ruins que vivenciamos, do que das coisas boas que não gostaríamos de esquecer. Parece que o ruim marca mais do que o bom. O certo é que, sejam boas ou ruins, as memórias se apagam. E então, venho tentando fazer um registro sistemático das coisas que eu vivi e que ainda recordo. Esse livreto faz parte dessa intenção de resgate.

O Vale do Córrego da Mata é a região que vai desde a nascente desse riacho, até a sua foz com o córrego Barreiro, quando perde o nome. Meu avô Antônio Gomes de Sousa, o Tunico Sousa, morou durante muitos anos nessas terras, que ficaram assim distribuídas: na divisa com o tio Sebastião Teodoro de Freitas, o Sebastião Ambroso, ficava a fazenda de meu pai, Marcelino Argemiro de Sousa, a qual era cortada pelo córrego da Mata, visto que ele ali nascia. Depois de nós, vinha o tio Josias Gomes de Sousa e o tio João Berocam de Sousa, o tio Beró. Depois deles, vinha a sede da Fazenda da Mata, a casa de meu avô, que nós simplesmente chamávamos de “fazenda”.

A partir da fazenda, o vale se alargava. E assim, no mesmo nível ficavam as terras de tio Odílio Carvalho de Sousa (na parte mais próxima da serra da Irara) e tio Irani Gomes de Sousa (casa que foi de tio-avô João Gomes de Sousa (irmão de meu avô) e, depois de tio Irani, foi de José Estêvão de Sousa, o Juquinha. Atualmente, essas terras foram vendidas para uns paulistas.

Após as terras de Odílio havia a casa que foi de tio Josias, de tio Itamário e de tio Lázaro Cainágua. Era uma casa bonita, com rego d’água, monjolo, água na bica, guerobas e pés de café. Andei muito por ali. E depois dela, vinha uma casinha que foi habitada por tio José de Sousa e tia Sebastiana. E, seguindo em frente, chegava-se à casa de tio Belmiro Gomes de Sousa, o tio Belo Sousa.

Na linha paralela, às margens do córrego da Mata, tem até hoje uma casa, onde meu pai e minha mãe moraram por um tempo quando eram casados. Depois, ali funcionou uma escola, onde estudei com o professor Abidom Gomes de Sousa, filho de tio Belo. Havia muitos alunos. Em frente a casa havia um gramado onde jogávamos genipapo verde, no lugar da bola. Quando ele se esbagaçava todo, pegávamos outro e a disputa continuava. Havia uns alunos que vinham a cavalo, porque moravam longe. A merenda era trazida de casa e, muitas vezes era a comida trivial do dia a dia. Eu estudei ali apenas em 1968. Fiz o terceiro ano pela segunda vez. No final de 1968 eu fui estudar em Alto Araguaia, morando com minha tia Marina Cândida de Sousa. Ali, estudei por dois anos, no Ginásio Padre Carletti, o colégio salesiano.

Hoje, a casa da escola é utilizada pelos paulistas, donos da terra, como alojamento de seus funcionários.

Entre o tio Lázaro Cainágua e o tio Belo, também teve uma escola, onde lecionou o professor Manoel Mota. Eu cheguei ir lá algumas vezes com tia Zulmira. Eu era muito pequeno. A casa era de palha e as paredes, de pau a pique. Durante o recreio, os alunos tomavam banho numa grota que passava aos fundos da escola. Nas margens, havia uma moita de bananeiras e, certa vez, eu fiz ali uma arte. Riscando um palito de fósforo que trouxera de casa, pela primeira vez, coloquei fogo nas bananeiras.

E aí se chegava ao córrego Barreiro, o qual tem sua própria história e já é caso para um novo registro.

Espero que a simplicidade do relato não contribua para o seu demérito. Quanto às falhas e omissões, talvez possamos corrigi-las em edições futuras. Não tenho dúvidas que elas existem. Como já disse, as memórias se vão e as lembranças são apagadas. Outros podem se lembrar mais do que eu e também poderão contribuir com esse resgate da trajetória de nossa família no Vale do Córrego da Mata, no município de Torixoréu, MT.

Desejo aos que se decidirem a apreciar esta obra, uma boa leitura.

Poxoréu, MT, 19 de fevereiro de 2022.Izaias Resplandes de sousa, o autor.

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Causos da Lena: A Tromba D’água

Março de 1969 ficará em nossa memória para sempre.

Há 53 anos, portanto, saímos de Poxoréu de ônibus, bem cedinho com destino a Cuiabá onde ficaria até o nascimento de meu primeiro filho. Jurandir ficou em Poxoréu. Iria para Cuiabá semana seguinte.

A minha viagem, entretanto, verdadeira aventura, foi repleta de acontecimentos.

Logo que chegamos à Serra de São Vicente fomos informados de que havia um desabamento no caminho, o qual nos impediria de chegar ao nosso destino.

Imploramos ao motorista que retornasse a Poxoréu mas em hipótese nenhuma ele aceitou nossa proposta.

Disse-nos simplesmente “Só posso retornar se a empresa me autorizar”.

Não avaliando as consequências, nem a situação de risco em que colocaria todos os passageiros daquele ônibus, prosseguimos.

Nem mesmo avançamos trinta quilômetros e estávamos frente a maior tromba d’água que presenciei em toda a minha vida.

Infinidade de carros, caminhões, ônibus parados, sem meios de prosseguir para Cuiabá.

Não me lembro do nome nem do motorista tampouco da maioria dos passageiros.

Sei que estávamos eu, grávida de nove meses, levando duas crianças, Ivana e Juscélia, além de Angelina, minha saudosa empregada. No ônibus estavam também nossa querida amiga Paraguaíta e seu filho Rui.

Desânimo total!

Estávamos com o ônibus lotado.

Permanecemos na Serra durante dois dias seguidos. Que desespero!

Ninguém imaginava uma tragédia tamanha.

Eu trazia comigo um pacote de bolachas maisena e Paraguaíta um queijo de Minas, fresco.

Tivemos que dividir o pouco que tínhamos com todos os passageiros.

Era um trecho da Serra de São Vicente completamente desabitado.

Passamos metade do dia e uma noite ali.

Tomamos água da Serra que o motorista colhia numa lata velha daquelas de cinco litros próprias para querosene cujo cheiro forte ainda impregnava a lata. Não tínhamos opção. Era beber aquilo ou passar sede.

Eu estava grávida de meu filho Rômulo, havia engordado vinte e cinco quilos.

Mal conseguia sentar na poltrona do ônibus.

Passei a noite em claro ouvindo os roncos dos que conseguiram dormir.

Logo ao amanhecer percebemos que a tromba dágua havia cedido e possibilitava a travessia do ônibus.

Grande surpresa, a uns mil metros da travessia tinha uma barraca apinhada de pessoas em busca de um prato de arroz que estava custando na época o “olho da cara”, como costumávamos dizer.

Cinco reais que naquele tempo era muito dinheiro.

Quem tinha dinheiro comeu aquele arroz branco sem nada que pareceu uma das maravilhas do mundo gastronômico.

Tão gostoso! Tão delicioso! Parecia um manjar dos deuses. Nunca esqueci dessa delícia.

Nossa alegria no entanto durou pouco.

Acho que uns vinte quilômetros depois, outra barreira. Desta vez atravessamos a pé. Eu, pesadona, amparada por Angelina de um lado, o motorista de outro lado. Os pés muito inchados, mal conseguia andar.

De repente, olhei para a estrada e vejo o milagre: o jipe da EMATER/MT, de uso meu cunhado Engenheiro Florestal Dr. Abdias Ferreira Coimbra, Extensionista da EMATER em Poxoréu (MT), casado com minha irmã Joana.

Ele e minha irmã Joana também presos no mesmo trecho.

Não tínhamos alternativa nem de prosseguir e nem de retornar.

A enchente havia levado a ponte do rio Aricá. Que pesadelo!

Exausta, sem forças para prosseguir, meu estado total era desastroso.

Os pés não cabiam mais nas sandálias. Suplicava a Deus que mandasse um a luz.

Fêz-se a luz!! Abdias.

Lembrou ele que um primo de Jonas Pinheiro tinha uma fazenda bem próxima ao local onde estávamos.

Levou-nos até lá. Fomos recebidos calorosamente. Não me lembro do nome do primo do Jonas, mas jamais esquecerei de sua generosidade. Fomos acomodados e no jantar delicioso tatu com arroz.

Fomos salvos pelo gongo. Que sabor inesquecível!!

A fome era tanta, tanta, que não consigo qualificar.

No dia seguinte, nosso acolhedor emprestou-nos uma canoa e dois barqueiros.

Ele estava muito preocupado com meu estado de gravidez.

Voltamos para o rio Aricá.

O barqueiro fez todos os preparativos para que entrássemos na canoa.

Eu bastante nervosa, insegura, lágrimas escorrendo no meu rosto pois além de mim estavam duas crianças.

Ambas com seis aninhos e Angelina minha secretária, a situação das mais estressantes, neste exato momento o barqueiro olhou fixo para mim e disse: SEGURE FIRME QUE O BARCO PODE VIRAR.

Que tal, não foi nada fácil chegar a Cuiabá, naqueles idos de 1969.

Cheguei viva, com a força divina e a Vontade de Deus. Meu filho Rômulo nasceu belo e forte e alegrou nossa vida até o dia de sua partida precoce em dezembro de 2007, vítima de trágico acidente. Que Deus o tenha!

Meu cunhado Dr. Abdias também já deixou a todos deste mundo, um legado de amizade, exemplo e companheirismo.

Diante do exposto, vocês ainda, quando passam pela Serra de São Vicente, reclamam às vezes por esperar parados por apenas três horas pela desinterdição da estrada em caso de algum bloqueio por acidentes de carretas ou outras razões?

Lembrem-se:

As pessoas felizes lembram o passado com gratidão, alegram-se com o presente e encaram o futuro sem medo!”

Lena Glória Varanda Ventresqui Guedes, março/2022

Novos membros tomam posse no IHG Poxoréu

Na sexta-feira, 25 de fevereiro, novos membros e sócios-correspondentes tomaram posse no IHG Poxoréu.

Foi uma noite memorável e de alegria, em que novas pessoas assumiram o compromisso de manter o trabalho do instituto, que é a memória, a história, a cultura e aspectos geográficos e sociais da nossa amada Poxoréu.

Membros que tomaram posse:

Ademar Souza Silva

José Francisco Hidekazu Nakano de Souza

Suizi Ana Fernandes

Lucimara Xavier Alves

Luciane Miranda da Silva

Maria Auxiliadora Oliveira Correia

Sócios-correspondentes:

Dr. Gilliano José Mazzetto de Castro (Palmas – TO)

Prof. Walmir Correia da Silva (Vázea Grande – MT)

Comandante Michel Henrique Pereira (Rio de Janeiro – RJ)

Foi lançada a quinta edição da Revista IHG Poxoréu

No último sábado, 11 de dezembro, o Instituto Geográfico e Histórico de Poxoréu lançou a 5ª edição da Revista IHG Poxoréu e implantou a Cadeira Nº 41, cujo patrono é Deocleciano Oliveira.

O evento contou com a participação de autoridades, membros do IHG Poxoréu, homenageados, convidados e família do Deocleciano Oliveira.

Foram apresentados os artigos e comercializados as revistas, além das falas das autoridades presentes, destacando a importância do IHG Poxoréu e da revista para a preservação da história e cultura local.

A família de Deocleciano Oliveira se sentiu honrada com a participação do patriarca como patrono do IHG Poxoréu.

Revista IHG Poxoréu 2021

Nesta página você encontra a REVISTA IHG POXORÉU 2020.

Tenha uma ótima leitura.

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Projeto de Revitalização da Biblioteca Comunitária Dra. Sandra Nery é concluído

Duas expressões marcaram o compartilhamento do Projeto Revitalização da Biblioteca Comunitária Dra. Sandra Nery/IHG, durante apresentação dos resultados aos membros em convidados do IHG, em sessão virtual pelo meet, no último dia 09/06/2021: “Surpreendente!”; “Para além das nossas expectativas” pronunciadas pela confreira Lucia Voltan Ribeiro, também Diretora Executiva dos Programas Sociais do Centro Juvenil de Poxoréu-MT. Fazendo coro com estas afirmações, o colecionador de artefatos antigos, Sircleiton Campos (Rondonópolis) desentalou de sua garganta: “somos pioneiros no resgate de memória colocando um acervo gigante, a disposição de um mundo sem fronteiras”. Foi neste clima de raras alegrias, em tempo de pandemia, que o projeto foi colocado a disposição do acesso de todos quantos desejarem com todas suas metas alcançadas.


Os serviços de elaboração do Plano de Revitalização, construído por uma biblioteconomista; a catalogação dos livros da Biblioteca (a maioria, doados pela sociedade) ; digitalização do acervo do IHG, da União Poxorense de Escritores – UPE e de muitos periódicos (Jornais e Revistas) extintos, além da aquisição de novos livros da literatura Mato-grossense e Poxorense estão agora, a um clik, dos usuários em Portal da internet no site: www.ihgpoxoreu.com.br, cumprindo rigorosamente as metas do projeto, cuja realização foi propiciado pela Lei Aldir Blanc.


Assim sendo, se você é uma dessas criaturas curiosas ou mesmo sedenta de novos conhecimentos e olhares, basta acessar www.ihgpoxoreu.com.br, clicar em “acessar a biblioteca comunitária Dra. Sandra Nery” para também se surpreender com o volume e a importância das informações ali contidas, totalmente à disposição da sociedade globalizada, principalmente, resultado de um processo de resgate de importantes periódicos, a muito tidos e havidos como “perdidos” no tempo, agora, preservados para a posteridade, graças a inédita oportunidade propiciada pela Lei Aldir Blanc e pelo Estado de Mato Grosso.


O IHG de Poxoréu, através dos seus membros sente-se orgulhoso em propiciar este legado à população e da parceria dos profissionais hábeis das empresas DIVINA IDEIA SERVIÇOS E TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO e da ARENA SPORT STORE E SERVIÇOS e a biblioteconomista Gislene Lopes Maciel Chagas que, com inegável competência profissional, conseguiram esculpir, sob medida, as ideias do projetos.


Os cliques são ilimitados. Sinta-se absolutamente à vontade. Navegue, sem pressa, nestas águas, “nunca dantes navegadas”!

O Caso Henry Borel

O caso Henry Borel Medeiros (4 anos) morto no dia 08/03/2021 no apartamento em que morava com a mãe, Monique Medeiros (Monique Medeiros de Costa e Silva de Almeida, 32 anos) e o padrasto, Dr. Jairinho, (Jair Souza Santos Junior, 43 anos) vereador de 04 mandatos (SOL) pelo Rio de Janeiro é mais um caso de proporção nacional a ganhar os holofotes da mídia televisiva e os tabloides da imprensa escrita, nos últimos dias. O fato, amplamente divulgado, se apresentou sob a versão de acidente doméstico, conforme narrada pela mãe e o padrasto, na noite da morte depois de a criança ter passado o final de semana com o pai, Leniel Borel. Também conhecido o fato de que o IML apresentou laudo de hemorragia interna e laceração para ação contundente como causa da morte e, em razão disso, as evidências da polícia apontaram indícios da autoria para o padrasto da criança, a qual teria sido vítima de uma “sessão de tortura”, nas constatações do delegado do caso, Sr. Henrique Damasceno, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca).

Leia o Texto Completo abaixo:

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Biblioteca Comunitária adquire novos livros com recursos da Lei Aldir Blanc

Foram adquiridos NOVOS LIVROS para incrementar o acervo da Biblioteca Comunitária Dra. Sandra Nery do Instituto Histórico e Geográfico – IHG com recursos da Lei Aldir Blanc, projeto de revitalização da biblioteca contemplado pelo Edital MT NASCENTE/2020 da Secretaria de Estado de Cultura, Esportes e Lazer.

Entre as ações do projeto consta a aquisição de livros de autores Matogrossenses e da produção literária local, somando um investimento de R$: 15.000,00 (quinze mil) reais, com o último lote adquirido da editora TANTATINTA de Cuiabá – MT.

O a acervo será mais um instrumento de leitura e pesquisa à disposição da sociedade prestado pelo serviço voluntário do IHG de Poxoréu – MT.

O projeto está quase concluso, constando por ultimar a catalogação de todo acervo, as digitalizações e as publicações em portal da Biblioteca no sitio eletrônico do Instituto Histórico e Geográfico de Poxoréu.

Em breve publicação de João Ribeiro Vilela: Um Carro de Boi, Um Sonho Realizado

JOÃO RIBEIRO VILELA: UM CARRO DE BOI E UM SONHO REALIZADO é o titulo do próximo livro do Prof. João de Souza, a ser publicado com apoio da Lei Aldir Blanc pelo O Diário (Primavera do Leste – MT), depois de “São Pedro: onde Poxoréu nasceu (2014).

O livro está totalmente diagramado, pronto para a impressão pela gráfica e, muito em breve, estará a disposição do mercado, deixando a literatura muito mais rica na temática história do município.

O enredo do livro resgata de forma magistral e inédita a saga de um dos pioneiros mais importantes de nossa história, seja pela bravura que empreendeu com a família desde Torres do Rio Bonito (GO) até a região das Alminhas, (1919) no território de Poxoréu, seja no plantio de sua fazenda que serviu de principal referência para bandeirantes e exploradores da inóspita região, inclusive para o próprio João Ayrenas Teixeira (1924) quando descobriu os primeiros diamantes no córrego das Pombas e dos Sete, entre São Pedro e Raizinha.

Trata-se de uma robusta contribuição para a história, retirando do anonimato a história de João Ribeiro Vilela e sua família.